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1853
Acumulando experiências musicais vividas nas décadas de 70, 80 e 90, o 1853 desbrava os palcos em busca de quem gosta de rock básico, com solos de guitarra e refrões que exprimem bem o dia-a-dia de uma banda de rock. Formado em 95, o quarteto paulistano é Bio Fonseca (baixo e vocal), Tatá Pellegrini (guitarra e backings), Fábio Koolu (guitarra e vocal), e Ale Frata (bateria e backings).
As composições, cantadas em português, declaram o amor que a banda tem pela festa e pelo roquenrou, sempre regados à muita cerveja. Não é a toa que o nome 1853 homenageia a primeira "lourinha" oficialmente brasileira.
O debut da banda, "A Verdadeira História de Melvin Bell e seus animais assassinos", produção independente de 2001, contou com ótimas participações especiais e obteve retorno positivo de revistas, sites, rádios e TVs alternativos. Confira o clipping no site oficial da banda (www.1853.net) na seção matérias.
O clipe de estréia, Dr. Rock’n’Roll (faixa 2 do Melvin), acaba de sair do forno. A produção ficou por conta de Alex "Azeitona" Moreira.
Em fase de pré-produção, com todas músicas arranjadas pela própria banda, o segundo álbum promete um pouco mais de peso.
O trabalho, ainda sem título, é composto por "Bar’n’Roll", "Estranhos Caminhos", "O Poblema da Jakehlene, é que e a Jakehlene só qué sabê de num querê sabê di nada", "Bernadetti e a outra", "Quem quer que seja", "Holandês em Amsterdan", "Bela e Fera", "Todo dia eu ressuscito", "Como um irmão" e "Vale", músicas que podem ser conferidas ao vivo nos shows do 1853 1853.
Para 2005, em comemoração aos 10 anos de estrada estrada, a banda planeja uma grande festa. Os caras esbanjam energia ao vivo, e quem ainda não assistiu, não sabe o que está perdendo.
S o l i c i t e P r e s s K i t : : c o n t a t o @ 1 8 5 3 . n e t
w w w . 1 8 5 3 . n e t : : ( 1 1 ) 5 5 3 9 - 0 0 4 5 _ F á b i o : : ( 1 1 ) 9 3 8 5 - 4 6 4 4 _ A l e x a n d r e
Bio Fonseca, Tatá Pellegrini, Fábio Koolu e Ale Frata
Alice Vergueiro
C o m e n t s: "Na estréia, a banda paulista passa pelo Golpe de Estado e os bons tempos do Barão Vermelho. Só que mais pesados. Arranjos caprichados, vocais trabalhados e até violinos (na radiofônica Sereia). Puro rock brasilis bombando em Superstições e Rockdelia."
(revista MTV #11)
"1853 manda bem no rock sem firulas. Legítima banda de bar, no melhor sentido, para se ouvir muito alto."
(revista Playboy mai’04)
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