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Esta foto é da Avenida
Amazonas, criada sem necessidade e recém asfaltada. Data de abril de 2001
e não sei se o nome que lhe foi dado é uma ironia ou uma comparação... |
Nesta foto a Av. Amazonas é vista
de frente. Note que a estrada é levada para
o nada, uma prova de incentivo do governo municipal para especulação imobiliária
selvagem. |
Alto de uma colina no Bairro Operário. Note ao fundo a
ocupação desordenada das casas, que literalmente estão
"comendo" o morro e sua vegetação nativa. |
Esta foto mostra a segunda parte da foto anterior do
Bairro Operário. Aqui nota-se melhor a ocupação voraz de casas e a destruição
da mata nativa. |
Bairro Operário, Rua Rio de Janeiro. Um indivíduo
qualquer se apossou do terreno, derrubando a mata nativa remanescente da
Mata Atlântica e plantou coqueiros! Faliu e agora quer vender o
terreno... |
Bairro Operário, Rua São Paulo, rua anterior à Rio de
Janeiro. Aqui já não há mais qualquer resquício da vegetação nativa.
Nota-se ao fundo um grande condomínio (um dos 16 existentes numa pequena
rua de 1 km de extensão, + ou -) com mais de 20 casas duplex e um pouco
mais ao fundo o restante da vegetação remanescente da Mata Atlântica. |
Bairro Operário, inicio da rua Rio de Janeiro. Ao fundo
nota-se mais um dos vários condomínios existentes e mais ao fundo a vegetação
original que resta, que é a mesma que aparece em todas as fotos
anteriores. A área mais próxima, só de gramado, pertence a uma fazenda,
e a vegetação nativa que resta está dentro desta fazenda. |
Ainda Bairro Operário. Esta foto é para mostrar a
ironia da placa de venda deste condomínio, onde lê-se "área de proteção
ambiental nos fundos". Também podemos interpretá-la como mea-culpa
da construtora e envolvidos. |
Bairro Costa Azul, um lugar que faz jus ao nome, onde
ainda é possível encontrar uma boa área de vegetação nativa
(restinga), mas não por muito tempo. Com a ocupação desordenada, a
área está sendo completamente devastada - assim como demais áreas de
R.O. Nota-se a erosão artificial na colina ao fundo |
Pedaços do que resta do mangue de Rio das Ostras, lado
oeste. Apesar de pertencer a União e ser área de preservação federal,
isso não impediu em nada a ocupação selvagem, onde a prefeitura
permitiu a criação de um novo bairro sobre o mangue. |
Parte leste do resquício de mangue. Nota-se a construção
de casas e rua sobre o mangue e ao fundo o morro erodido artificialmente.
Na região da Costa do Sol e Lagos há retiradas desordenadas e até
clandestinas de barro, por isso há tantos morros
"comidos". |
Carcaça de boi. O tratamento que animais recebem é
mais ou menos esse, sendo animal doméstico ou silvestre.
Ainda é possível encontrar animais silvestre como
gambá, preá, corujas, cobras e demais outros... que são covardemente perseguidos
e linchados pela população que tem muito mais de maldade que ignorância. |